Se a vida fosse alegre, não procuraríamos diversão. A ponto de estarmos imersos numa verdadeira sociedade da diversão, por culpa da vida, que é uma chatice sem fim; a política, a economia, os vizinhos e assim por diante. Gastamos a maior grana com cruzeiros e games, fazemos bungee-jump, parcour e wingsuit e pagamos para fazer parte de grupos cujo objetivo é construir amizades, coisa que era grátis até bem pouco tempo. Se parássemos de nos divertir e colocássemos o dinheiro na poupança, ficaríamos ricos – se não morrêssemos de tédio antes. As eleições brasileiras de 2026 vieram para nos sacar da mesmice, embora nada levasse a suspeitar de início que elas pudessem acabar em comédia pastelão, graças ao talento cômico de um candidato, conhecido como 01. 01 imita o pai como ninguém, xinga, diz palavrõ...
Another one bites the dust! QUEEN Mais um Bolsonaro beija a lona, a cópia do outro, o escroto representante da extrema direita com verniz de conservadorismo cristão agora está no chão, latindo com sua matilha, enquanto a caravana de Lula passa. Uma caravana de gente bonita e feliz, que preza a liberdade, a democracia e a soberania e que não arrega para Tio Sam e seus micos, agora espalhados por toda a América Latina. Lula representa o Brasil tal qual ele é: multirracial, multicultural e valente, um Brasil com a cara do Nordeste, que, mais uma vez, mostrou o caminho às demais regiões brasileiras. Se hoje os intelectuais, os estudantes, as mulheres e as minorias espalhadas por todo o nosso território estão comemorando é por causa da fibra inquebrável de nossos irmãos do Norte. Lula não poderia ter vindo de outro lugar. A vitória de Lula, por tudo o que está em jogo atual...